Tempo para ser novamente

O tempo cura feridas, mas deixa cicatrizes que a vida não apaga. O tempo não voa, mas se você ficar parado perde o trem… Dar tempo ao tempo é adiar o que se pode fazer hoje e concertar os erros antes que se quebrem. Parar no tempo é rebobinar o relógio da vida, girando os ponteiros com dor no peito.

A saudade aperta sem dó. Abre feridas e costuram a pontos dolorosos. Nas lembranças de nossas loucuras de infância, a doce criança e encorajada que você era e nas memórias de dias melhores.

“Eu quero ser astronauta, ser médico, bombeiro, policial…” Você, hoje em dia é realmente o que queria ser? Será que aquela criança que era o eu de hoje em dia, sentiria orgulho de você, ou, de tantas desilusões suas, sairia correndo como uma fuga de seus medos? Questões que amedrontam…

Antes, medo de escuro, ficar sozinho e na extinção de brinquedos e brincadeiras. Hoje, a escuridão é a vida, estar só é a carência e solidão de amor e o fim de nossos apegos…

Faça que as feridas se fechem sendo mais feliz que pinto no lixo, mais completo que um livro publicado e mais liberto que passarinho… O guri passando nunca mais voltará e nem borrachas mais caras poderão apagar. Entretanto, seu enredo pode ser mudado nos dias de hoje. Uma nova história pode ser escrita à lápis com pontas mais afiadas de uma roca de fiar, e “não deixe que segurem a caneta quando escrever sua história”.

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Tempos Passados Talvez Voltem
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