Quebrando protocolos

Por que ficar com o vestido limpo se podemos brincar com terra? Ter vergonha de amar? Não usar sombrinha na chuva, podendo tomar um banho de alegria? Usar a roupa que quiser, se para o nosso eu não há moda? Escrever com o lápis mesmo sem ponta? Beber café em taças e não em xícaras? Ter uns quilinhos à mais? Ser rei(a) sem coroa? Enxergar sem óculos? Comer chocolate sem se lambuzar?

Estou cansado de viver em um regime onde felicidade é exposta e não vivida. Onde quem é bonito, é acimétrico. No lugar que a beleza conta mais que a vida.

Viver em sociedade é todos tendo suas opiniões respeitadas, vivendo felizes em um conjunto. Não no modelo de hoje, onde ela é uma máquina ditadora de vida. Nos tornamos verdadeiras marionetes. Então pegue as suas cordas e corte-as. Deixando para trás esse vício de ser quem não é. Tirar a venda dos olhos ou pegar uma gilete e abri-los.

Quero sentir o sabor sem ter de mastigar trinta vezes. Andar com o tênis rasgado para meus pés tocarem no chão e sentir a natureza. Sair de madrugada afim de olhar a lua e as estrelas sem medo da escuridão. Dar um grito no meio da rua para o mundo inteiro escutar o quanto estou feliz sem ser chamado de maluco. Eu quero viver a minha vida livre, sendo eu. Sem ser posto limites pois no meu mundo não há territórios e fronteiras. Apenas um quintal imenso plantado com a minha felicidade.

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