Não se apegue demais à pessoas que merecem de menos

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O mundo precisa de mais reciprocidade. Algumas pessoas não dão certo valor aos nossos afetos. Desmerecem todo carinho e no final, quem acaba magoado, ilhado por lágrimas são as pessoas que se entregam demais a quem não deve. Nessa vida precisamos de um filtro para cada pessoa. Mas também, é necessário a consciência de investir no certo alguém.

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Vento, sabiá

 

Vento que leva a vida, não me carregue antes

De um dia eu conhecer o meu grande amor.

Quando me apegar às rosas, irei preparar um

Buquê à ela, das mais tingidas flores.

Faço jus ao melhor do seu ser.

Contei ao sabiá o que queria dizer a eu mesmo.

Desabafei sobre a minha árdua paixão.

Imagem Tumblr/ Nosso Amor, Com Flores

“Dar o troco com a mesma moeda”

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Imagem Tumblr/ Seguindo Em Frente

Vingança, do Latim, Vindicare: “Liberar, clamar, tomar desforra”.

Tristeza no meio de um sorriso, arranhão no meio do disco, descrença na fé… todas comparações adjetivando vingança.

Como “há pessoas e pessoas”, umas preferem dar o troco “comendo frio”, outros seguem a vida e passam uma borracha. A mesma moeda enferrujada de quem te traiu, pode fazer diferença.

É bem difícil aceitar nossas decepções. O coração é apertado por espinhos. De tanto desamor, a alma amargura. Mas, a melhor saída é respirar fundo e levantar a cabeça, seguir em frente, não olhar e nem pensar num passado sem valor.

Não é devido guardar rancor de ninguém. Acredite que é possível apagar esse momento e escrever um novo, com final feliz. A vingança consome o ser e nos deixa de mal com a vida. Então, na hora de dar o troco, pense mais, deixe pra lá. Evite stress, pois ela não leva a lugar nenhum, com seus caminhos sendo sem fim.

O coração tem identidade

A verdade é que ele era bem sensível também. Tinha o coração mole. Só um “eu te amo”, já se derretia.

Pedro era quele tipo de carioca nato – a malandragem corria em suas veias. Andava sambando pelos Arcos da Lapa. Ao ranger da cuíca e o choro do cavaquinho, é que sorria mais. Nessa vida tinha três amores, Deus, sua tia Acácia e Marta – aquela paixão clichê de infância.

Todos sabem que o menino é apaixonado, mas ele isola o seu amor por Martinha. É inseguro, se sua amada é a “metade da laranja” dele.

Todas as manhãs, trocas de sorrisos eram vistas nas postas deles, antes de cansativos dias.

Marta mudou. Antes era aquela menina perfeita. Andava belamente, desfilando prosa. Mantinha-se bela. Só que o tempo a mudou, menos um quesito permaneceu intacto pela ação da vida: sua também “paixão clichê de infância” por Pedro.

Parece que o destino às vezes brinca de ser irônico.

O amor conhece o terreno onde ele pousa e o coração a ser de morada. Ele transforma a alma, transcendendo a vida em luz. As “borboletas no estômago”, quando voa, faz a mente flutuar. 

Um fato, os dois têm medo de abrir o coração. 

Nossos corações são codificados, para um dia acharmos números que coincidem. Em certos momentos, há um número errado, no entanto, quando iguais, só o amor pode explicar.

Será que a coragem de declarar o amor surgirá no meio de um medo? Só o irônico destino poderá responder.

Imagem Tumblr/ Arcos da Lapa, Rio de Janeiro